Introdução
Neste trabalho pretendemos esclarecer e apresentar noções de
primeiros socorros, as quais devem ser feitas mesmo por pessoas leigas, até que
seja possível uma assistência médica efetiva. Evidentemente, estes socorros
limitam-se a medidas mínimas que proporcionam à vítima, rapidamente, uma
situação que possa livrá-la de um agravamento do seu estado ou mesmo da morte
imediata, por asfixia, hemorragia ou choque.
Primeiros Socorros também pode ser definido por medidas que se
aplicam imediatamente ao acidentado, enquanto se aguarda assistência médica.
Devem limitar-se a providências mínimas, que não prejudiquem a vítima e a
coloquem em situação de não sucumbir à asfixia, hemorragia ou choque. Tais
medidas se resumem em: retirar a vítima do local; mantê-la em posição adequada,
de preferência em decúbito dorsal; identificar as lesões; adotar medidas de
urgência; e transportar o paciente, se houver condições para isso.
Hemorragias
Arterial
Corte de uma artéria
O sangue sai às golfadas mediantes as batidas cardíacas,
de cor vermelho vivo
Usar luvas e compressas de alta absorção
Realizar compressão direta, deitar a vítima, levantar o
membro se for o caso, dar oxigênio a 15L
e ativar 190. Se não resultar realizar compressão indireta, mantendo a compressão direta
também.
Perigo de vida
Venosa
Corte de uma veia
O sangue sai uniforme e abundante, de cor vermelho escuro
Usar luvas, compressas de alta absorção e gelo
Realizar compressão direta, deitar a vítima, levantar o
membro se for o caso, dar oxigênio 3 a 6L
por minuto e ativar 190. Se não resultar realizar
compressão direta usando também gelo e caso
não resulte manter a compressão direta e realizar
compressão indireta.
Perigo de vida
Capilar
Corte de um capilar sanguíneo
O sangue sai pouco abundante, de cor vermelho vivo
Usar luvas, compressas e gelo
Realizar compressão direta. Se não resultar realizar
compressão direta com gelo.
Hemorragia Interna
Ocorrem nas principais cavidades anatômicas: crânio,
tórax e abdômen.
Nas Hemorragias no crânio a vítima pode apresentar dor de
cabeça (cefaleias), má disposição,
anemocoria (pupilas assimétricas), alteração do estado de
consciência, inconsciência, alteração do
comportamento (alternam entre calmos e bastante
agitados), movimentos de descerebrarão
(esticam os membros ou encolhem-nos), episódios de crise
convulsiva sede.
Nas Hemorragias no tórax a vítima pode apresentar dor
local, dificuldades respiratórias, lesão
exterior e/ou sede.
Nas Hemorragias no abdômen a vítima pode apresentar dor
local, rigidez abdominal e/ou sede.
A vítima deve ser tratada como uma vítima de grande
trauma. Nas hemorragias torácicas caso
exista perfuração exterior, esta deve ser tapada com uma
compressa, efeito de válvula de forma a
não entrar mas de modo a deixar sair o ar que entretanto
se acumulou na cavidade torácica, para
este não comprimir e colapsar um pulmão.
Ativar 190e dar oxigênio em qualquer um dos casos, de
imediato.
Hipóstases
Hemorragia nasal, pode ser causada por uma lesão
traumática ou não.
No caso de hemorragia não traumática colocar a cabeça da
vítima em plano neutro, Compressão
direta exterior na(s) narina(s) afetadas. Caso não passe,
adicionar gelo protegido à compressão
direta. Caso não funcione, realizar um tampão com uma compressa desenrolada umedecida
com água ou soro. Caso não passe solicitar a ir ao hospital, pedir a alguém que transporte a
vítima ou chamar ambulância que o faça. Apenas ativar 190
se a vítima iniciar processo de
choque hipovolêmico.
Pequeno Trauma
Luxação
Um osso sai da sua posição original, podendo ou não,
voltar à origem.
A vítima apresenta muita dor e o local pode apresentar
deformação.
Não tracionar ou alinhar, Imobilização do local, na
posição mais confortável para a vítima.
Colocação de gelo protegido no local, sem muita pressão
para não causar dor. Ativar 190.
Fraturas Fechada
Fratura total ou parcial de um ou mais ossos.
A vítima apresenta dor, deformação e/ou descontinuidade
do osso e/ou dificuldade de movimento.
Realizar contração
e alinhamento, evitando a crepitação dos topos ósseos, imobilizar o local com
talas e ligaduras em simultâneo, evitando passar a
ligadura pelo local de suspeita da fatura e
avaliar se o membro tem circulação abaixo da fraturas. Ativar
190.
Fraturas Fechada Complicada com Ferida
A vítima apresenta dor, deformação e/ou descontinuidade
do osso, ferida e/ou dificuldade de
movimento.
Realizar contração e alinhamento, evitando a crepitação
dos topos ósseos, imobilizar o local com
talas e ligaduras em simultâneo, evitando passar a
ligadura pelo local de suspeita da fratura e
avaliar se o membro tem circulação abaixo da fraturas.
Apenas realizar limpeza da ferida no final.
Ativar 190.
Fratura Aberta
Os topos ósseos fraturam-se, rasgam a pele e ficam
visíveis.
A vítima apresenta dor, deformação e descontinuidade do
osso e/ou dificuldade de movimento.
Realizar alinhamento, tapar os topos ósseos com
compressas esterilizadas umedecidas em soro,
imobilizar o local com talas e ligaduras em simultâneo,
evitando passar a ligadura pelo local da
Fratura. Ativar 190 de imediato.
Fratura numa Articulação
Fratura óssea numa articulação.
A vítima apresenta dor, deformação e descontinuidade do
osso e/ou dificuldade de movimento.
Não realizar contração e alinhamento, estabilizar o local
provocando o mínimo de oscilação possível,
Imobilizar o local com talas e ligaduras em simultâneo,
na posição mais confortável para a vítima,
Evitando passar a ligadura pelo local da fatura. Ativar 190
de imediato.
Choque Hipovolêmico
Choque provocado por perca de sangue.
A vítima sente tonturas, sede, alteração do estado de consciência podendo entrar em
inconsciência.
Colocar na horizontal, elevar os membros inferiores caso
não seja vítima de trauma, dar oxigênio
a 15L, ativar 190 e tratar a hemorragia.
Intoxicação
Intoxicação por um produto químico sólido, gasoso ou
liquido.
Garantir condições de segurança no local, tentar recolher
informação sobre a intoxicação
(produto, quantidade, estado da vítima, via de
intoxicação, etc.), contratar CIAV via 190 ou através
do 808 250 143, expor caso e proceder mediante as
indicações recebidas.
Paragem de digestão
Paragem da produção dos suco gástricos, provocando
paragem do processo de digestão.
A vítima apresenta mal estar geral, dor no quadrante
superior esquerdo do abdômen e/ou vômitos.
Aquecer o local com um saco quente protegido, colocar a
vítima numa posição confortável elevar
os membros inferiores e tranquilizar, pode ocorrer
desmaio devido a hipotensão, controlar as vias
aéreas para não haver aspiração do vomito. Caso não passe
solicitar a ir ao hospital, pedir a
alguém que transporte a vítima ou chamar ambulância que o
faça. Apenas ativar 190 se a vítima
iniciar processo de inconsciência.
Hipotermia
Descida da temperatura do corpo. Primária se for devido a
mau funcionamento do organismo e
secundária se for provocada por um agente agressor
(vento, frio, neve, etc.).
Na hipotermia primária tentar localizar a causa do mau
funcionamento e agir em consonância.
Na hipotermia secundária a vítima apresenta frio,
tremores, cianose, palidez e até mesmo tonturas
ou ficar inconsciente.
Aquecer a vítima, utilizando roupa, mantas térmicas e
sacos quentes protegidos. Caso apresente
tonturas além do já referido, colocar a vítima na
horizontal, dar oxigênio a 5L e ativar 190.
Hidrocussão – Choque térmico
Descida súbita da temperatura do corpo provocada por um
agente agressor, normalmente liquido.
A vítima apresenta frio, tremores, cianose, palidez,
tonturas e até mesmo inconsciência.
Caso esteja inconsciente, realizar SBV, dar oxigênio a
15L e aquecer a vítima com roupa, mantas
térmicas e sacos quente protegidos. Caso contrário,
deitar a vítima, elevar os membros inferiores,
aquecer a vítima, utilizando roupa, mantas térmicas e
sacos quente protegidos, dar oxigênio a 5L
e ativar 190.
Insolação
Desidratação provocada pelo sol.
A vítima apresenta temperatura elevada, sede, mal estar
geral, tonturas ou inconsciência,
queimaduras solares e/ou pele quente e seca.
Se estiver inconsciente, realizar sbv, dar oxigênio(15
litros) e ativar 190.
Retirar do sol, baixar a temperatura do corpo com toalhas
molhadas, um banho de água fria, dar
água fria a beber, meter na horizontal, arrefecer a
vítima com ventoinha, abanar toalha, etc. E
ativar 190.
Perigo de vida.
Golpe de Calor
Dificuldade do corpo adaptar-se a locais quentes e
úmidos, não arejados.
A vítima apresenta mal estar geral, palidez, calor,
tonturas e/ou inconsciência.
Levar para um local fresco e arejado.
Caso esteja inconsciente, realizar SBV, dar oxigênio a
15L e ativar 190.
Caso contrário, colocar na horizontal, elevar os membros
inferiores, dar água fria a beber e
arrefecer a vítima. Caso não passe ativar 190.
Sincope de Calor
Dificuldade do corpo adaptar-se a locais quentes, embora
arejados.
A vítima apresenta mal estar geral, pele avermelhada,
calor, tonturas e/ou inconsciência.
Levar para um local fresco.
Caso esteja inconsciente, realizar SBV, dar oxigênio a
15L e ativar 190.
Caso contrário, colocar na horizontal, elevar os membros
inferiores, dar água fria a beber e
arrefecer a vítima. Caso não passe ativar 190.
Cãibras
Esgotamento das capacidades de elasticidade do músculo.
A vítima apresenta espasmo (contração) do músculo e dor
local.
Realizar alongamento, fazer massagem de relaxamento sem
pomada e dar água a beber. Caso
não passe solicitar a ir ao hospital, pedir a alguém que
transporte a vítima ou chamar ambulância
que o faça. Apenas ativar 190 se a vítima iniciar
processo de inconsciência
Golpes e Feridas
Limpar o local, de dentro para fora, com luvas, compressa
e soro ou água.
De seguida analisar se o golpe ou ferida necessita ser
suturado.
Se necessitar ser suturado, colocar suturas adesivas de
aproximação, tapar com uma compressa
e fixar com adesivo ou ligadura. Solicitar a ir ao
hospital, pedir a alguém que transporte a vítima ou
chamar ambulância que o faça.
Se não necessitar ser suturado, colocar pomada
cicatrizante numa compressa ou penso rápido,
colocá-la sobre a ferida e fixar com adesivo ou ligadura.
Informar a vítima que este tratamento é
temporário e apenas de urgência, devendo esta
providenciar o seu posterior tratamento.
Picada de Insetos / Peixe Aranha / Medusa
Insetos
Picadas de abelhas, vespas, etc.
A vítima pode apresentar reação anafilática ou não.
Caso apresente reação tem dificuldades respiratórias,
inchaços junto às glândulas, manchas
e/ou dor.
Caso não apresente reação tem dor e inchaço local.
A vítima com reação anafilática deve-se ativar de
imediato o 112, colocar a vítima na horizontal,
verificar se o ferrão ainda está no local da picada,
retirar o ferrão se ainda estiver no local, colocar
gelo no local e iniciar SBV se esta ficar inconsciente.
A vítima sem reação anafilática, deve-se colocar gelo no
local, verificar se o ferrão ainda está no
local da picada e retirar o ferrão se ainda estiver no
local. Quando a dor passar colocar PARAPIC.
Peixe Aranha
Picadas de peixe aranha.
A vítima pode apresentar reação anafilática ou não.
Caso apresente reação anafilática, tem dificuldades
respiratórias, inchaços junto às glândulas,
manchas e/ou dor.
Caso não apresente reação anafilática, tem dor e inchaço
local.
A vítima com reação anafilática deve-se ativar de
imediato o 190, colocar a vítima na horizontal,
colocar gelo no local e iniciar SBV se esta ficar
inconsciente.
A vítima sem reação anafilática, deve-se colocar gelo no
local. Quando a dor passar colocar
PARAPIC.
Medusas
Picadas de Medusas (Alforrecas, etc.).
A vítima pode apresentar reação anafilática ou não.
Caso apresente reação tem dificuldades respiratórias,
inchaços junto às glândulas, manchas
e/ou dor.
Caso não apresente reação tem dor e queimadura local.
Acalmar a vítima e não deixar esfregar, Verificar sinais
de Reação Alérgica (Inchaços,
Dificuldades Respiratórias). Caso aconteça evacuar
rapidamente para o hospital (Ativar 190),
Limpar sem esfregar, Retirar tentáculos visíveis com
Pinça ou mãos, utilizando 2 Pares de Luvas,
Colocar areia ou espuma de barbear para ver os tentáculos
invisíveis, Retirar estes com um
cartão rígido, Lavar prolongadamente com soro ou água
salgada (Água doce é de baixa
osmolaridade, podendo rebentar as células urticárias),
Secar a ferida e untar com anestésicos
locais, cicatrizantes ou corticoides (Biafine,
Bacitracina, etc.) e aconselhar a ir ao hospital. Informar
a vítima que este tratamento é temporário e apenas de
urgência, devendo esta providenciar o seu
posterior tratamento
Epilepsia
Descontrolo do sistema nervoso central. Composta por 4
fases: áurea (alheamento), Tonica (perca
do tônus muscular), crônica (convulsões) e relaxamento
muscular. A vítima pode apenas passar
por algumas delas.
A vítima pode perder subitamente a consciência, ter
rigidez muscular, movimentos descontrolados
e convulsivos, dentes cerrados, a respiração pode cessar,
perda do controlo dos esfíncteres,
morder a língua, apresentar espuma na boca e/ou ter
breves períodos de apneia, sem parar a
respiração.
Dentro de água: segurar a vítima pelas axilas, por
detrás, manter as vias aéreas da vítima fora de
água, colocar o cinto nas axilas do NS, garantir
condições de segurança em seu redor e manter
na água se possível até o ataque terminar. Depois retirar
da água.
Fora de água: garantir condições de segurança em seu
redor, tentar amparar se a vítima cair,
desapertar a roupa da vítima em volta do pescoço,
proteger a nuca da vítima e proteger os
movimentos.
No final do ataque: verificar respiração (iniciar SBV
caso não respire), colocar em PLS, vigiar
atentamente, orientar e acalmar a vítima. Questionar se é
o 1º ataque. Se sim solicitar para ir ao
hospital, pedir a alguém que transporte a vítima ou
chamar ambulância que o faça. Se não é
aconselhar a consultar o médico de família.
Queimaduras
1º Grau
Queimadura da Epiderme
A pele apresenta-se quente, dolorosa, sensível e
avermelhada.
Colocar debaixo de água fria corrente para diminuir dor e
aplicar hidratante no final. Se a extensão
de pele queimada for elevada, solicitar para ir ao
hospital, pedir a alguém que transporte a vítima
ou chamar ambulância que o faça.
2º Grau
Queimadura da Epiderme e da Derme.
A pele apresenta-se com flitenas (rebentadas ou cheias),
quente, dolorosa, sensível e
avermelhada.
Colocar debaixo de água fria corrente para diminuir dor e
aplicar hidratante no final. Se a extensão
de pele queimada for elevada, solicitar para ir ao
hospital, pedir a alguém que transporte a vítima
ou chamar ambulância que o faça.
3º Grau
Queimadura que destruiu Epiderme, Derme e já atingiu
tecido muscular, nervoso, etc.
A pele apresenta destruição, cor branca, preta, roxo ou
vermelha e pode não haver dor.
Colocar debaixo de água fria corrente para diminuir dor.
Ativar 190. Colocar compressa
esterilizada umedecida com soro, a proteger. Manter
sempre a compressa umedecida. Se a
extensão da queimadura for muito grande, não se deve
aplicar soro ou água, pois corremos o
risco de colocar a vitima em hipotermia, por ter perdido
a sua capacidade de regular a
temperatura corporal.
Hipoglicemia
Descida do nível de glicemia (<70).
A vítima apresenta tonturas, palidez, fome, fraqueza
geral e/ou dificuldade de visão.
Colocar a vítima na horizontal, avaliar glicemia (nunca
picar o dedo indicador, nem dedo da mão
dominante), dar açúcar e juntar água se necessário.
Avaliar de novo a glicemia passado 5
minutos. Se restabelecer aconselhar a vítima a ir
rapidamente comer (hidratos de carbono: pão,
etc.). Se não restabelecer, continuar a dar açúcar e
ativar 190.
Hiperglicemia
Subida do nível de glicemia (>150).
A vítima apresenta tonturas e mal estar geral.
Colocar a vítima na horizontal, avaliar glicemia (nunca
picar o dedo indicador, nem dedo da mão
dominante). Se a vítima tomar medicação e a tiver
consigo, tomar medicamento SOS. Se não tiver
medicação consigo, ativar 190. Manter vítima calma.
Hipotensão
Descida da pressão arterial (<90:50).
A vítima apresenta tonturas, palidez, fraqueza geral e/ou
dificuldade de visão.
Colocar a vítima na horizontal, avaliar glicemia e tensão arterial, dar açúcar e juntar água se
necessário. Avaliar de novo a glicemia e pressão arterial
passado 5 minutos. Se restabelecer
aconselhar a vítima a ir rapidamente comer (hidratos de
carbono: pão, etc). Se não restabelecer,
continuar a dar açúcar e ativar 190.
Hipertensão
Subida da pressão arterial (>160:95).
A vítima apresenta tonturas e mal estar.
Colocar a vítima na horizontal, avaliar glicemia e tensão
arterial. Se a vítima tomar medicação e a
tiver consigo, tomar medicamento SOS. Se não tiver medicação consigo, ativar 112. Manter
vítima calma.
Distinção / Rotura / Entorse
Lesão muscular ou nos ligamentos.
A vítima apresenta dor e/ou inchaço local.
Aplicar gelo para diminuir dor e aplicar pomada analgésico-anti-inflamatória.
Informar a vítima que
este tratamento é temporário e apenas de urgência, devendo esta providenciar o seu posterior
tratamento
Conclusão
Gostei de fazer este trabalho. Melhorei os
meus conhecimentos sobre este tema.
Penso que consegui sensibilizar os membros da comunidade escolar da importância na prevenção de acidentes nos recintos escolares, melhorar os conhecimentos de todos sobre as medidas necessárias a adoptar nos casos de urgência mais frequentes e compreender a necessidade de nunca actuar sobre nenhum pretexto, perante uma situação de emergência, caso existam dúvidas sobre as medidas a tomar
Penso que consegui sensibilizar os membros da comunidade escolar da importância na prevenção de acidentes nos recintos escolares, melhorar os conhecimentos de todos sobre as medidas necessárias a adoptar nos casos de urgência mais frequentes e compreender a necessidade de nunca actuar sobre nenhum pretexto, perante uma situação de emergência, caso existam dúvidas sobre as medidas a tomar
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